Lourdes Casanova de Almeida
Como afirmam Pinheiro & Rodrigues (2014, p.02), o telefone celular está prestes a se transformar definitivamente em um aliado no processo de aprendizagem. Segundo elas, embora haja controvérsias, “muito em breve essa tecnologias serão utilizadas para: gravar trechos de explicações do professor; compartilhar com a turma, por meio de redes sociais e blogs, dados de saídas a campo; usar calculadora; utilizar a agenda para as tarefas; enviar mensagens de atividades para os colegas”.
Recentemente a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - UNESCO, no início de 2013, publicou um guia com 10 recomendações para incentivar os governos nacionais a implementarem políticas públicas educacionais que valorizem a utilização de celulares como um recurso nas salas de aula. O guia foi apresentado na Segunda Semana UNESCO “Mobile Learning” (MLW) realizada entre 18 e 22 de fevereiro de 2013 na sede da organização em Paris12. Um site de notícias da Educação13 traduziu os 13 bons motivos para o uso do celular em sala de aula do seguinte modo:
10 recomendações aos governos:
- Criar ou atualizar políticas ligadas ao aprendizado móvel
- Conscientizar sobre sua importância
- Expandir e melhorar opções de conexão
- Ter acesso igualitário
- Garantir equidade de gênero
- Criar e otimizar conteúdo educacional
- Treinar professores
- Capacitar educadores usando tecnologias móveis
- Promover o uso seguro, saudável e responsável de tecnologias móveis
- Usar tecnologia para melhorar a comunicação e a gestão educacional.
10 recomendações aos governos:
- Criar ou atualizar políticas ligadas ao aprendizado móvel
- Conscientizar sobre sua importância
- Expandir e melhorar opções de conexão
- Ter acesso igualitário
- Garantir equidade de gênero
- Criar e otimizar conteúdo educacional
- Treinar professores
- Capacitar educadores usando tecnologias móveis
- Promover o uso seguro, saudável e responsável de tecnologias móveis
- Usar tecnologia para melhorar a comunicação e a gestão educacional.
13 motivos para tornar o celular ferramenta pedagógica:
- Amplia o alcance e a equidade em educação
- Melhora a educação em áreas de conflito ou que sofreram desastres naturais
- Assiste alunos com deficiência
- Otimiza o tempo na sala de aula
- Permite que se aprenda em qualquer hora e lugar
- Constrói novas comunidades de aprendizado
- Dá suporte a aprendizagem in loco
- Aproxima o aprendizado formal do informal
- Provê avaliação e feedback imediatos
- Facilita o aprendizado personalizado
- Melhora a aprendizagem contínua
- Melhora a comunicação
- Maximiza a relação custo-benefício da educação.
- Melhora a aprendizagem contínua
- Melhora a comunicação
- Maximiza a relação custo-benefício da educação.
Percebe-se que a maioria dos estudantes na atualidade possuem celular tipo smartphone e cabe ao professor aproveitar este recurso na prática pedagógica, estimulando o educando à reconstrução de conhecimentos de maneira mais dinâmica e prazerosa, motivando-os a querem estudar, ler, pesquisar, reelaborar, socializar ideias e assim promover no meio escolar uma aprendizagem mais significativa.
O professor que pretende usar este equipamento na prática pedagógica deve propiciar situações de aprendizagem que propiciem ao aluno ser autônomo, que oportuniza a reelaboração de conhecimentos através do ensino pela pesquisa.
Assim, o uso do celular na prática pedagógica será possível, caso o professor saber fazer uma boa pergunta, indicar fontes seguras, ensinar a
interpretar, orientar a produção escrita e finalizar os trabalhos, socializando
as aprendizagens
propicia ao aluno passar por diversas experiências e nesse percurso,
adquirem segurança
para empregar os conhecimentos em outras situações de coletas de dados, de
análise e de estudo tornando-se mais autônomos na reelaboração de conhecimentos.
Referências:
VIVIAN Caroline
Deprá e PAULY Evaldo Luis, O uso do
celular como recurso pedagógico na construção de um documentário intitulado:
fala sério. Revista
Digital da CVA, vol. 7, 2012